terça-feira, 8 de setembro de 2009

Agora que sou mãe...

Seria certo dizer que sou mãe de novo? Penso que não. Sinto que não, com ainda mais veemência.
Quando se é mãe pela primeira vez, as mudanças que ocorrem são tão definitivas, importantes, radicais que não creio ser possível outra reviravolta de tal monta.
Sempre há mudanças, sempre haverá, em qualquer vida medíocre elas existem, mas como as que se processam quando se é mãe, essas não se podem re-viver. Sim, a experiência de cada filh@ é única, o que estou dizendo é que ser mãe gera uma mudança que nos transforma em outra pessoa - de outra estatura e força, que não se pode modificar radicalmente de novo. Tudo a partir se amplia e relaxa, expanda e diminue em cima de uma nova base.
Quando se perde um filh@, mesmo que seja únic@, também não se deixa de ser mãe. A ausência d@ filh@ não me fará menos mãe, nem tornará o Paulo menos pai e nada há de muito espiritual nisso, é que simplesmente nossa estrutura agora é outra, que jamais deixará de ser.
Agora, que sou mãe, nunca mais deixarei de ser...

Um comentário:

Téff disse...

tem razão!!! Eu me sinto uma quase-mãe com a Yasmin tb sabia? ^^ não posso dizer que sou como a nossa mãe, mas minha preocupação com o bem-estar dela me deixa até emocionada. A gente não sabe que pode amar tanto alguém, até um serzinho chegar na nossa casa e ela não fazer mais sentido de outro jeito... Voce vai aprendendo a viver daquele jeito, a se tornar plural mesmo, e quando vê não tem mais volta, so se sabe e se quer viver assim! :D