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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Procurando um/a guru para saber como cuidar de sua/s cria/s? A hora é essa!

(Já tinha a imagem, não sei a fonte)


(A propósito, neste texto estou falando com mulheres.)

Antes de apagar minha conta no Facebook estava rolando num zilhão de perfis e páginas o texto de um escritor famoso dando dicas sobre criação de filhos "atualmente". O Atualmente deve vir em textos desse tipo para nos fazer lembrar de quão diferente era EDUCAR antigamente. Ou seja, nos lembrar do óbvio, mas dando a isso o peso de que HOJE os desafios são maiores. Não, nego-me em discutir isso, é tão desnecessário que chega a dar urticária - uuuiiiii!
EDUCAR - coisa que só os pais fazem, a sociedade não tem a menor influência sobre esse processo, visto que as crianças, crescendo em bolhas sem visão para o lado exterior só tem contato com os cuidadores...sendo que estes também não vivem em sociedade. Perfeito. Então! Os pais! Mas quando a criança vira um pepino torto (nunca vi um pepino reto, você já viu?) é por culpa da mãe. E também se a criança gripa ou cai, ou tira meleca do nariz e come ou bate noutra criança ou repete o palavrão que a vizinha grita o dia inteiro. Tudo culpa da mãe.
NOTA: enquanto saírem matérias falando sobre o homem AJUDAR nos afazeres domésticos como a maravilha da modernidade estaremos com os dois pés há pelo menos 3 séculos atrás, porém absolutamente iludidos.
Ow que cut! Imagem daqui
Assim como estamos iludidos em dar credibilidade a um escritor que faz 5 palestras por semana em estados diferentes, escreve 15 livros por ano e diz que você - SIM, VOCÊ, OS ESCRITOS DELE SÃO PARA VOCÊ - não deve uma série de coisas sob pena de destruir teu filho, a quem você tanto ama. Fucei a vida dele tanto quanto a Internet permitiu e descobri que enquanto sua prole era adolescente ele já ensinava, escrevia e palestrava. Mas o guru é ele, não você. Aceite _/\_ 

Bem, voltemos às dicas e a principal é: pare de trabalhar porque a criança precisa de tua presença 24 horas por dia e não importa a idade que ela tenha. Ora, nós estamos num país ocidental e terceiromundista (alguém sabe que país é do Segundo Mundo?) e aqui a gente trabalha de 40 a 44 horas por semana porque quer. Nós temos opção, você sabe, então já que você tem opção: pare de trabalhar e acompanhe o crescimento de teu filhote. Quando chegar a hora coloque-o numa escola Waldorf, que se tiver a sorte de ter uma na tua cidade vai custar, no mínimo, pouco mais de um salário mínimo. E vá pesquisar a pé porque você não deve possuir eletrônicos e deve ter boa saúde e dar exemplo de não-consumismo, então se possuir carro, não use! Guarde teu dinheiro para os quinze livros anuais que o escritor lança, afinal de contas, desde quando o que você vive e pensa e sente pode guiá-la?
Sem fonte :-/
Há também as opções de você escolher uma mulher como guru. Pode ser a ex-presidente da Vale do Rio Doce, que dizia trabalhar 12 horas por dia, praticar esporte e ler para os filhos ou aquela que não trabalha fora, pratica homeschoolling e ama postar fotos com os filhos em todas as redes sociais a cada 25 minutos. Ah, que é isso?! Você não vai me dizer que está questionando como é que elas conseguem fazer tanta coisa e cuidar duma criança - geralmente três ou quatro - vai? Elas são mulheres como você e eu!!!
Faz assim, tira um diazinho só...pode ser das tuas férias, caso não tenha largado o emprego ainda sua workaholic desalmada, e fica cuidando de tuas crianças e fazendo foto + edição das fotos + texto + compartilhamento + responder azamigas + voltar a fazer tudo de novo poque já deu 25 minutos. Hummmm complicou, né? Como você vai conseguir cuidar da criança? Não sei, mas se você tem uma guru, ela sabe, então faça tudo que é dito só não tente fotografar e postar. Você segue a guru, você não é ela, entendeu? É oooutro nível!
NOTA SOBRE HOMESCOOLING: não é autorizado no Brasil. Além de não trabalhar e colher dinheiro da árvore junte algum para pagar aos advogados quando o Governo te processar, mas prepare-se porque pode virar matéria do Fantástico - não se preocupe muito porque possivelmente seu marido será o entrevistado! O termo poderia ser facilmente traduzido para nossa língua, porém permanecer assim já demonstra a acessibilidade do método. É a mesma coisa de saber usar os talheres de peixe/ave/carne: separatismo, já! E não vou colocar link sobre o que seja só para você, se não souber, perceber que chatice é ler um termo em outra língua e ficar boiando e quando for pesquisar saber que uma simples tradução explicaria tudo. Acontece que se você não sabe é porque não é da tribo, entende? Então, saiba e se enturme. (Uau, quanta modernidade!)

Em setembro de 2014 saiu a última pesquisa do IBGE com dados sobre a "família brasileira". Em se tratando família-sem-cônjuge-e-com-filhos 87,4% de chefes-de-família são mulheres, ou seja, a família depende do dinheiro que ela traz para casa. Mas pelamor, para quê falar nisso, gente? Vai dizer que você conhece uma mulher separada que toma conta das crias!? Bom, se conhece então explica direitinho que ela deve parar de trabalhar - não, não importa se não vai ter o que comer, acaso algum guru se preocupa com isso? Detalhe, gente, detalhe, sua função como amiga é a-ju-dar!
Imagem daqui

Conversei com minha avó, hoje com 86 anos, e perguntei se era fácil criar os filhos
- Minha filha, não tinha isso de geladeira, ferro de passar era na brasa, a gente lavava roupa na pedra do rio e levava os filhos junto. Às vezes perdia um e um vizinho vinha trazer, tinha ficado na mata...
Perguntei à minha mãe, que ficou viúva estando grávida da minha irmã. Trabalhava fora e minha avó tomava conta de nós enquanto lavava roupa e costurava para complementar a renda familiar
- Pelo amor de Deus, com aquela inflação? E o medo de tudo e sem ter ninguém pra ajudar, tendo que mandar vocês pra o colégio sozinha e ficar no trabalho sem saber o que tava acontecendo em casa porque nem telefone a gente tinha...

Sobre as minhas preocupações você sabe aqui no blog.

O que eu quero falar é para ouvir teu coração, conversar com tuas amigas e parentes, exercite a sororidade, CRIE sororidade se for necessário, mas não caia nessa de sentir-se culpada com os palpiteiros de plantão. A vida é tua, a vida é minha, é uma experiência única e se abrirmos nosso coração encontraremos gente de bem para compartilhá-la.

(Enquanto escrevo Marina ouve música no meu celular e dança. Já trocou de roupa duas vezes, me interrompeu cinco e perguntou porque escrevo tanto. #fui)


terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

E as aulas recomeçaram! EM NOVA ESCOLA


Quem quiser analisar meu perfil materno-mãe-de-estudante* vá ao marcador ESCOLA e fique à vontade.
Novidade 1: escola nova, escolhida porque não tem condicionador de ar na sala #simplesassim.
Novidade 2: no mesmo dia Marina iniciou o balé. Eu pretendia ir a ambos, mas o encerramento de uma atividade no trabalho me impediu :-( 

Carinha de tristeza nada a imagem mais próxima da realidade é esta
Enfim, achei que minimizaria minha angústia se ela mesma escolhesse a qual escola gostaria que eu fosse e - graças a Deus - optou pela escola, que é à tarde.

O espaço coletivo da escola
Conversei calma, tranquila e demoradamente com a coordenadora, que tirou-me todas as dúvidas, ouviu-me e dispôs-se a conversarmos sempre que eu quisesse e sentisse necessidade.
Logicamente não passa pela cabeça dela o que significa dizer isso a mim, mas de qualquer forma sinto que a energia ali foi muito boa e saí de lá tranquila.
Marina, como sempre, já foi chegando, sentando, interagindo. Só achei estranho que à noite, quando perguntei por seu dia só disse o nome da professora. E ponto. Tentei puxar assunto, mais respostas. Mas ela é assim mesmo "um ponto é um ponto" e não três. 
Sobre o balé falou o nome dos passos, demonstrou, disse que irá outro dia, que haverá festa de Carnaval e participará, tudo isso numa animação só.
Não estou pensando que tenha-se aborrecido, pois teria nos contato, pode estar sentindo saudades d@s coleguinhas antigos, a questão da ambientação mesmo. De toda forma, estou atenta.
Hoje Paulo teve um painel a fazer e não a levou. A secretária telefonou-me em nome da coordenadora para saber o que havia acontecido, ratificando que esta semana é muito importante e tals. Mais um ponto.

E aí está o cantinho que gosto mais: o parquinho de areia (só faz sombra após as 16h rsrs mas tudo bem). "Areia higienizada com cloro x vezes por mês" como disse a secretária a primeira vez que estivemos lá e falei, admirada "Tem areia!". 


Os brinquedos poderiam ser em madeira, mas é uma escola e não o Paraíso, Ok?


terça-feira, 17 de julho de 2012

Um dia (estranho) de muita chuva (e culpa)

Imagem daqui
Hoje deve ter começado a chover lá pelas duas da manhã. Acordei às 4h e lá estava o temporal. Saí atrasada, às 5:40h e lá estávamos nós: eu, sombrinha, pasta preta com livro+caderneta+lápis+caneta, marmita na bolsinha chique, mochila dourada (perua-brega-e-hiperfuncional) e ... chuva de vento! Perdi meu busão. Troquei de parada e peguei outro para outro bairro para então pegar o ônibus que me levaria ao trabalho. Esqueci os óculos em casa, assim como as chaves. E se não tivesse ninguém no ponto? Simples, eu pararia todos os ônibus até enxergar o meu. Tudo certo.
Havia ajuda nas duas paradas. Do primeiro ônibus desci pela frente mesmo, sem conseguir nem alcançar o cobrador, de tão cheio que o bendito estava. Sim, sou equilibrista, além de outras coisas, então tirei de letra aqueles homens gigantes e suas mochilas no chão. Ou vocês pensam que a turma do comércio é que pega busão às 6 da matina?
Passou correndo um homem usando uma jaqueta amarela dos Correios com a marca SEDEX. Achei aquilo tão interessante, parecia propagando aquele homem correndo na chuva, como se fosse entregar uma encomenda. Viram? Eu ainda estava bem.
A coberta da parada serve para dias de sol e para enriquecer seu fabricante, mas não funciona em dias de chuva. Até aí eu estava molhada dos joelhos até os pés e toda a bagulhada que eu levava, é claro. Entrei no ônibus, que não demorou muito, sentei, paguei, beleza! DE REPENTE JORRA ÁGUA DE DEBAIXO! O miserável estava quebrado, rasgado, sei lá, e quando passava numa poça a água vinha de baixo como um jorro de vulcão. Caí na risada, aquilo não era possível, eu consegui me molher de baixo para cima até a cintura! Troquei de assento, taquei o protetor auricular (nova mania) e pus-me a ler Culpa de Mãe, que ganhei da escritora e blogueira Vanessa Anacleto.
Capa do livro
Havia levado outro par de sandálias na bolsa, mas não pensei na roupa, porém como ia à academia mais tarde e estava com a roupa de malhação. Ótimo. Chego 1 hora antes da maioria, coloquei a saia atrás da geladeira, meti a bermuda de malha e fui me esconder na sala de colegas, já que a minha tem janela. A copeira e anjo-da-guarda, D. Biu, quando soube do meu drama entrou lá com ferro de passar e salvou meu dia frio. Pensei: não pode acontecer nada de pior, neh? Daí recebo uma mensagem de uma amiga dizendo que não poderia ir comigo ao show do Lenine em Garanhuns, na próxima sexta. Fiquei down. Ok. Vai ficar por aí, neh?
Ao sair às pressas esqueci o celular e a sombrinha. Não fui à academia, cheguei em casa pingando do banho de chuva e foi então que soube que uma bala atingiu a janela do nosso quarto. Não sabemos nada além disso. Nosso bairro costuma(va?) ser tranquilo então amanhã devemos ver alguma notícia jornalística sobre o que pode ter acontecido.
Mas o pior de tudo ainda não é nada disso, mas A CULPA DE MÃE que eu, a madura-descolada-modernésima estou carrgando por causa desse show do Lenine. Eu adoro o Lenine e nunca fui a show dele. Quando saí de Recife e voltei para Maceió jurei que só assistir a um show dele em Pernambuco e agora chegou a hora...Paulo não quer ir, vou sozinha...mas cadê o desprendimento da maturidade do alto dos meus 40 anos!? Alguém viu? Peraí: Lenine e Milton Nascimento. Ou seja, imperdível. E em Garanhuns, cidade com a qual tenho uma história de amor de anos. Fico assim quando vou viajar a trabalho e agora acho que estou assim porque vou me divertir sem ela. Sinceramente! Vanessa, amore, tamos aí pra mandar material para o Culpa de Mãe II, visse?
Lenine cantando Paciência. Então ta!

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Pão e Circo!! TV, uma cervejinha, qualquer coisa que não seja muito séria. Afinal, para que vi(v)emos?

*Imagem daqui
Não consegui adicionar o clip, mas não deixe de ver, é imperdível: Panis et circenses com Marina Monte

A parte da letra que quero gritar:
"Mandei plantar
Folhas de sonho no jardim do solar
As folhas sabem procurar pelo sol
E as raízes, procurar, procurar...
Mas as pessoas da sala de jantar
Essas pessoas da sala de jantar
São as pessoas da sala de jantar
Mas as pessoas da sala de jantar
São ocupadas em nascer e morrer..."

Na semana que passou essa música não me saiu da cabeça. Quase que dormi e acordei vendo "as pessoas na sala de jantar ocupadas em nascer e morrer". Ouvi, de todos os lados, o discurso do "é isso mesmo". Ouvi religiosos que diziam que devemos buscar a salvação da nossa alma e por isso arrebanhar pessoas para sua religião e que se fodam os "outros", que se dane quem tiver um corpo que precisa ser alimentado, vestido, que precisa de cinema, circo e livro. Ouvi gente falando mal, mal, mal de políticos e quando chamei para meter o nome num abaixo-assinado saíram correndo. Vi gente "instruída", "estudada", "profissional" engrossar o coro do deixa-estar-para-ver-como-é-que-fica. Ouvi, dessa gente, conselho para não me preocupar tanto com o que ocorre com minha filha na escola porque ela só tem 3 anos. Devo me preocupar quando ela estiver para fazer Vestibular? Mas não quero uma escola que prepare minha filha para o Vestibular, mas contribua na sua preparação para a VIDA.
Quanto a mim, estava ocupada demais, tentando mobilizar pessoas em torno do curso de Acessibilidade, estava ocupada e atenta para que as pessoas compreendam que ser solidário e gentil com as pessoas é simmmples e bom, estava com o coração ocupado na crença de que pelo menos alguma autoridade/alguém com poderes para fazer mudanças significativas pudesse ouvir o que os palestrantes do curso falaram. 
Eu estava ocupada em fazer alguma coisa, trocar um grão de areia do lugar que fosse, "mas as pessoas na sala de jantar são ocupada em nascer e morrer" 

terça-feira, 22 de maio de 2012

Xuxa na escola

Palhaçada minha colocar legenda, neh?
Eu não ia falar da entrevista que não vi. Nem ia falar da escola, já que havíamos pensei reatado nossa relação. Eu ia chegar em casa, tomar banho, jantar, ver umas contas e dormir. Aí pergunto ao meu marido se ele falou com a professora "Nâo".
Então eu preciso escrever, porque é isso ou um enfarto. Preciso escrever aqui antes de escrever à Coordenadora Pedagógica, já que lá terei que ser mais...polida. Coisa que eu não sei ser MESMO!
Vamos aos fatos: minha filha chegou ontem da escola e o Paulo perguntou "O que vc viu na escola?" "A Xuxa" PONTO. Ele não me disse nada. Pergunto:
- E aí, como foi a aula? Teve ioga? Parquinho?
- Não. A Xuxa
Como não ando muito bem de saúde ultimamente meu amor disse que nem ia me contar, mas iria tratar pessoalmente com a professora hoje. Ufa! Finalmente concordamos em algum ponto sobre a escola da Marina. Só que não falou e hoje repeti a pergunta, como faço todos os dias e ela foi contando várias coisas - inclusive "A Xuxa".
Não sou nenhuma xiita que odeia a Xuxa, tou nem aí pra ela, só não compre e nunca comprei nada que leve seu nome. Para mim Xuxa não combina com Educação. Então a minha vontade é saber, da escola, que combinação é essa, que eu não estou entendendo. Conheço um pouco dos Parâmetros Curriculares Nacionais e lá diz que a criança deve ser educada para o consumo - será que a escola entendeu CONSUMISMO? 
Esta propaganda é um dos motivos que me IMPEDEM de adquirir qualquer produto da marca Xuxa. Quanto à pessoa Xuxa não faço ideia de quem seja, mas não quero minha filha ouvindo suas músicas sem graça e de péssima qualidade. Se eu não estivesse tão cansada, falaria mais e este sairia bem melhor, mas realmente falta-me energia para tal.
Agora vou escrever a carta para a escola e olhar umas contas e dormir.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

De olho no lanche

Bilhete que deixei na agenda de Marina

Marina é "olhuda". Não importa que a lancheira vá recheada do que ela gosta, ela vai pedir o lanche dos coleguinhas. Faz isso em casa, na casa da avó, de alguns parentes. Estamos tentando educá-la e já no primeiro dia de aula expliquei o processo da garota à professora e disse que pode negar sem nenhum constrangimento, pois fazemos isso em casa.
Chega então um belo dia, durante o café da manhã...
- E aí, vc lanchou direitinho ontem? EU
- Anrram. MARINA, totalmente blasé
- Comeu o lanche de algum coleguinha? EU
Silêncio. Nossa pequena olha para o prato e aciona audição seletiva
- Você pegou do coleguinha ou pediu à tia? EU técnica avançada de interrogatório
- Pedi à tia! (deve ter pensado: ganhei ponto!)
- E o que foi que você comeu?
Novo silêncio...o pai interfere, igualmente a mim, na maior doçura...
- Bebê, sua mãe tá falando com você, pode responder, ela só quer saber...
- A gente quer saber porque dependendo do que seja a gente compra pra você levar...
A menina nem esperou o fim da frase e respondeu, toda animada:
- BATATA FRITA!
Silêncio. Absoluto. Pensei em mil pragas contra tod@s @s pais e mães que fazem isso com suas crianças. Paulo tbm calado, dá uma mexidinha na cadeira que me tira do transe. Alguém tinha que dizer alguma coisa, né? Eu, numa crise de supersinceridade:
- É, vai ter que continuar pedindo porque isso aí não vamos comprar pra você NUNCA!
A solução foi o bilhete (acima) e espero que dê certo

sábado, 15 de outubro de 2011

Da série: MÃO NA BOCA ou MÃE ENFARTANDO

Parece que a postagem é sobre a Marina e a mão na boca. Aparências, apenas aparências. Obstinada em seguir os conselhos de minhas companheiras blogueiras e meu marido, não estou "valorizando" a mania da vez: mão na boca. Mas, para evitar um enfarto fulminante, faço este blog-desabafo. Esta postagem, na vdd, tem o intuito de manter-me sã e viva. Viva, já será bom d+.
Digam a vdd, concordem cmg, não é triste!?????
Muito atenta. Só a pontinha do dedo
Eu não estava séria por isso, estava atenta mesmo
Precisei fazer 7 fotos com a tia para aparecer 1 sem essa mão na boca
Tod@s na abertura do Outubro Rosa. E o dedo...na boca, claro
Pensa que as imagens são poucas? Pois saiba que essas foram as que eu deixei passar, as que encontrei aqui, hoje, de bobeira, e decidi registrar. Aqui, no meu espaço exotérico, meu aummmm, minha sessão de descarrego.
Ah sim: orem por mim!