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domingo, 2 de novembro de 2014

NiveRina de 6 anos \o/

Primeira foto da semana, com minha tiara "de Frida"
No dia 1º de novembro de 2013 Marina acordou perguntando quantos dias faltavam para seu próximo aniversário. Passamos então 364 dias ouvindo a mesma pergunta. Sem contar no drama-do-mundo-todo a cada aniversário alheio: 
- TODO MUNDO FAZ ANIVERSÁRIO E O MEU É O ÚLTIMOOOOO!
- Não, Marina, depois de você ainda tem a tia Kelle...
- MAS ELA NÃO É CRIANÇAAAAAA!
Bem, uma semana tão esperada merecia umas ressalvas, tipo sorvete em plena segunda-feira...
A cara de alegria dela já diz tudo
Cardápio da festa incluindo brigadeiro e chocolate...

Esta foi a comemoração na escola de balé. Já que a aula termina às 10h eu não queria que as crianças chegassem em casa sem fome então além dos bolinhos apenas o suco (natural, alguma dúvida?) de morango.
A vela colorida foi escolha da aniversariante, pois lembra o arco-íris, que ela ama!




Na providencial estante ficaram as sacolas que a própria Marina decorou, o suco e os copos de papel - porque não deu para serem de vidro. Quem sabe na próxima...



Em cada sacolinha uma tiara de flores artificiais que fiz para as meninas colocarem no coque, um CD+caixa de giz de cera para pintarem o CD e doces regionais (nego bom, bananola, mariola, quebra-queixo, lanchinho), um sachê de chá e um bombom. A ideia porque a cabeça-pensante-aqui não para era provocar o tal diálogo entre pais e filh@s quando chegassem em casa e abrissem a sacolinha. Algo do tipo "Olha, eu comia isso no lanche quando era da tua idade" e "Mãe, o que é isso, é feito de quê?"

E o chá, bem, é porque percebi que algumas pessoas só tomam essa bebida como remédio e em casa bebemos com frequência. E já que damos o que gostamos, lá foi o chá também.




A MARCA VISUAL DA FESTA

Desenho feito por Marina
Eu bem que poderia ter iniciado o texto por aqui. Este desenho é da Marina. Desde o ano passado, como eu já disse, ela fala no aniversário.
Desde o ano passado também, ela muda o "tema" da festa.
É, porque agora tem que ter tema, né?
Em agosto deste ano o martelo foi batido: BAILARINA. MARINA BAILARINA. 
Paulo e eu já estávamos separados, então tentei comprar uma gravura pela Internet, mas não rolou. Nesse dia ele estava em casa e, comovido com nossa angústia diante do troço que não dava certo, foi desenhar a tal bailarina. Acontece que artista é bicho complicado. E santo de casa fazendo milagre é ainda pior. E sendo o santo ex-marido f#de* tudo. Pedi para mudar um detalhe aqui, uma perna meio inclinada ali e foi então que Marina - no tempo que levei para pedir a Paulo que colocasse um laço no braço da bailarina - chegou com esse desenho numa folha de caderno:

- Pronto, mamãe, não precisa mais pedir a ele. Pronto, pai, pode ir fazer suas coisas, eu já fiz a bailarina.

Além de eu realmente ter achado o desenho fantástico, ter a chance de valorizar o trabalho de uma criança, expondo-o na mesma matriz em que os colegas utilizam para apor imagens de personagens de desenhos animados me pareceu ouro em pó! E eu não perderia isso por nada neste mundo!
É óbvio que na esteira da escolha passaram Angelina Ballerina, Moranguinho, Ariel, ELSA!ELSA!ELSAAAAA!!!! e como sempre conversamos (os três) sobre escolher algo que tivesse sido importante naquele ano de sua vida. Marina não é em nada diferente das demais crianças influenciadas pela mídia (que não se restringe à TV, como muitos pensam).

O CONVITE
Convite escrito a quatro mãos
Fui a uma gráfica rápida e mandei imprimir o desenho em papel couché para o convite e autocolante para as caixinhas/sacolas de lembrancinhas. Também fiz um banner (surpresa para ela) que seria o equivalente à decoração da parede ou o painel, como costumam chamar. 




OTRAS COSITAS MAS
A visão que Marina teve ao abrir a porta da sala na escola de balé. Surpresa total

Ao chegarmos em casa, da festinha do balé










Um pouco de charme nunca é demais...














...assim como GRATIDÃO nunca é demais!
E A FESTA NA ESCOLA???

Três festas por aniversário: uma em cada escola e uma com a família. As sacolinhas deveriam ser como as da escola, com caixas de leite pintadas na cor do convite (roxo/violeta), mas como não tomamos mais leite de vaca só conseguimos juntar as caixas para a festinha da escola. Paulo pintou, eu colei a fita prateada na borda e alguns rótulos autocolantes e Marina colou os outros e decorou todas as caixas. Também encheu todas elas, conforme eu ia orientando. Nesse momento tivemos aquela conversa sobre "Que é isso?" "Eu lanchava isso na tua idade" "O nome aqui é bananola, mas em Pernambuco é mariola" e por aí foi. DE-LÍ-CIA!

Em produção
Arrumação materna na escola (não é TOC é Organização)














Encomendado (a vela é IGUAL, mas outra rsrsrs)

E se existe tema, gente, juram mesmo que íamos deixar passar uma chance de usar uma fantasia? Meus especiais agradecimentos aos inventores do grampeador, da cola branca, da cola quente e das fitas natalinas, material sem o qual essa fantasia não existiria _/\_




Afffff a pessoa faz um texto tão "mental" e quando vai revisar se depara com essa foto e fica aqui, hipnotizada, relembrando 6 anos e os 8 meses da gestação; cá está chorando horrores, tendo certeza de que nunca-jamais-em-tempo-algum vai esquecer um só dia vivido ao lado desta criatura, assim como lembro cada mamada, cada vez que se mexia no berço antes de acordar, como nunca vou esquecer seu primeiro choro e os segundo de expectativa antes dele. Ai, Deus! Só nós sabemos o que é amar assim - nós e Maria...todas as Marias de todos os tempos...

sábado, 21 de junho de 2014

"Neco de se apaixonar" São João na escola - 2014

A menina já está toda assanhadinha com historinha de estar apaixonada e ainda vem escola com música de namoro, #prontolascou!
Mamulengo feito a 8 mãos
A parte mega-ultra-super-legal foi que precisamos fazer um boneco do tamanho da Marina, usando-a como "molde".
Tempo, como para a maioria das pessoas, é meu bem mais escasso, então quando vi que não seria possível costurá-lo sozinha pedi ajuda à nossa doll maker, Renata Pimentel. Acontece que a coitada tem alergia ao material que usei como recheio e não adoeceu só de abrir o saco com ele dentro.
Depois de dias-sem-fim dizendo que não conseguia fazer, Paulo finalmente aceitou o desafio e depois de algumas tesouradas e amarrações, encheu o boneco - faltando APENAS as pernas. Os pés ele resolveu, amarrando-os "Pra quê pé, se o boneco não fica em pé mesmo?" sem comentários 
A cabeça ficou pequena, então enchi uma touca de natação, costurei na cabeça e depois costurei essa peruca, que tínhamos em casa. Aliás, só comprei o TNT (orientação da escola sobre o material a ser usado), cuja cor Marina escolheu "Hummm...moça (com  a vendedora) eu sou morena, tem um pano moreno?" Achei esse marrom e a pequena fez a maior festa!

Com protetor auricular, minha salvação
A pior coisa das festas escolares é o barulho. Não o das crianças, esse não me incomoda em nada. É o da música, o volume do microfone e tudo piora quando é num ginásio. Eu NUNCA consegui ficar até o final e ainda saio mal-humorada e com dor de cabeça, mas nesse dia lembrei do protetor auricular que (por força do trabalho) sempre trago na bolsa. Aaaaiiii...que delícia, tudo lá ao longe...#indicototal
Resumo da ópera
A caixa onde ficou o boneco foi decorada por Marina e o pai. A escola orientou para colocar o nome da criança e quando perguntei se fizeram isso, ela respondeu: "Não precisa, mãe, a mãe vai ser a diferente de todas. Todo mundo vai saber que é minha". Auto-estima é tudo!





Bem feito, quem mandou ficar pedindo pra a menina sorrir quando ela não quer!? Que saco, né? Prometo nunca mais fazer isso, viu, mamãezinha?





Depois das apresentações, passada na lanchonete que ela só gosta de ir por causa dos brinquedos. E, detalhe que só Marina consegue: acabar com a maquiagem num lado só do rosto :-/

Com direito a final feliz, começou com "e ele neco de se apaixonar" e...enfim, sós!

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Não é tarde para um dia feliz!

·         


     Hoje encontrei essas fotos e lembrei que não tive tempo de fazer esta postagem, que teria sido em março de 2013. Agora vai!  E por quê? Porque passou-se um ano e elas continuam simples, querendo reunir apenas as top ten e continuo cada vez mais orgulhosa delas, que foram meu primeiro grande amor!

O niver de 11 anos de minhas sobrinhas foi uma Festa do Pijama. Queriam receber apenas as amigas e todas se animaram com a ideia de passar o dia-e-a-noite bagunçando longe de casa.
Os convites e a bandeja do "momento manicure"

É ca-la-ro que a super-mega-duper-tia aqui não deixaria de dar uns pitaquinhos. Juntei uns retalhos de muitas coisas que sempre tenho, pedi ao Paulo uma imagem delas em desenho, imprimi em gráfica rápida e fizemos juntas os convites: um kit com escova de dentes, cereal, colher e máscara de dormir (que eu desenhei no tecido, elas cortaram e costurei).

Fizeram uma programação para o dia e a noite, escolheram o cardápio, compraram os ingredientes e cozinharam com as amigas. A decoração também ficou por contas das 9 meninas – sim, obviamente Marina ajudou em tudo! O momento manicure também foi decorado por nós e o material ficou sobre um disco de vinil que derreti no forno para fazer uma bandeja.



Colocaram suas fotos de infância no porta-retratos digital, o que terminou por ser o momento de muitas histórias compartilhadas com as amigas mais recentes.


Se a bandeja era um disco o “bolo” não poderia ser um bolo! Foram duas taças de sorvete com as velas representando os 11 anos bem-vividos dessa dupla que amo, amo, amo!

E lá do fundo do baú do ano passado a família reunida, eu com 7 quilos a mais :-P e Marina...gostosa como sempre J



domingo, 9 de fevereiro de 2014

A inauguração do quarto ou A festa do Pijama




A segunda brincadeira: leitura de "Até as princesas soltam pum"
O aniversário das primas de Marina foi uma Festa do Pijama e foi um sucesso! Assim sendo, foi só ver o quarto pronto e a pequena já tratou de ir chamando primas e amigas (sem falar com pai ou mãe de ninguém, nem @s dela) para a festa no próximo sábado. Foi adiada, é claro :-) e então nos organizamos para o seguinte, que foi o último findi antes do início das aulas. Não conseguimos falar com todas as amigas que ela queria, nem vieram as primas convidadas, mas foi tão perfeito que há noite, deitadas em sua caminha, enquanto eu pensava como tinha sido legal, ela disse "Mãe, foi tão bom assim com poucas pessoas, né?" e era nisso mesmo que eu estava pensando! Tinha sido uma bagunça danada, uma gritaria louca, uma correria deliciosa pelos 80m do AP e eu ainda consegui ler!
FIZEMOS UMA MÁGICA! Ohhhhh!!! Transformamos pedaços de giz de cera nas lembrancinhas que as convidadas (e a anfitriã, é ca-la-ro) receberiam ao fim da festa. 
Colocamos assim no forno em forminhas de pão de mel
Para mim, que adoro cores, o resultado ficou perfeito!
Cortei uns corações e deles fizemos envelopes, que fechamos com uns adesivos que sempre tenho em casa:

Bom, mas para quem pensa que na casa da mamãe aqui é fácil ser ... QUADRADA ... NATUREBA ... XIITA ... não é! Marina agora divide suas horas entre o smart de seu pai e o PC de casa - aliás, os dois revesam os aparelhos. Assim como todas (?) as crianças, quando a primeira convidada chegou, para onde foram? Para o celular da garota, fazer o quê? Jogar? O quê? Um jogo que acumula $ para COMPRAR. Ah, claro, para qualquer pessoa isso é, no mínimo normal e no máximo, motivo de orgulho e para mim: no mínimo vontade de chorar, no máximo tentativa de harakiri, então como estou buscando o caminho do meio consegui me controlar e ir para o banheiro mantrar e pensar no que fazer. Orei, retomei o equilíbrio e voltei com lápis de cor, papel, quebra-cabeças, material para massa de modelar caseira, uma manta que Paulo e eu criamos onde é reproduzido o mini-mundo Marinesco. Depois disso, foi por conta delas. A terceira convidada havia chegado e foi uma festa só! Alegria em pessoa, a pequenina parecia uma espoleta cheia de luz, a gente ria só de olhar...

No dia seguinte, bom, foi como sobra de pizza. As primonas estavam aqui e resolvem fazer nova "festa". Arrumaram o atelier, Marina pôs vestido de festa, dançou balé e re-arrumaram as fotos do quadro de entrada. Amei as fotos - que sempre foram escolhidas pelas três. E se foi então mais um findi para não ser esquecido.
Mãos de dançarina do ventre - fazer o quê?! ;-)



domingo, 22 de dezembro de 2013

Nossa árvore de Natal

Que orgulho!
Quando estava na casa de minha mãe era tradição armar árvore de Natal, mas minha mãe sempre buscava fazer algo criativo, comprar árvore e pendurar velinhas foi raridade - e olha que na época não havia o São Google para nos "inspirar", viu?
 Hoje as gêmeas mais lindas do mundo colocaram a mão na massa (na cola, nas continhas, no pinho...) e nossa linda ficou pronta.
Marina aproveitando-se da permissão das primas
Marina havia me pedido para comprar um "botão-laço, mamãe, prá árvore" e eu nem lembrava mais dele, mas ela sim, então foi ele a cerejinha do bolo. O retalho de lã colorida serviu para dar mais cor à nossa produção e ... tchamram!

domingo, 3 de novembro de 2013

Os aniversários da Marina


Finalmente, chegou o dia! Desde 1º de novembro de 2012 que Marina pergunta quando seria seu próximo niver. Passamos 1 ano respondendo a essa pergunta praticamente todos os dias!
Fiz o convite no Publisher e imprimi numa loja de impressão rápida. A ideia era comemorar apenas na  escola, mas quando Marina viu o convite pronto quis chamar as coleguinhas do balé. Então separamos 5 para as bailarinas e distribuímos os demais.
No início deste ano ela começou a escolher o "tema" da festa. A cada noite, antes de dormirmos, a escolha se modificava, até que numa bela noite decidiu que poderíamos fazer com a Princesa Lara. Lara é a sua amiguinha imaginária e foi o nome com o qual ela batizou a princesa que criei. É uma princesa diferente das que ela vê em livros e filmes, pois mora num castelo sem paredes (lembrei de Vinícius e a "casa muito engraçada"), no meio de uma ilha-floresta e o principal, meu foco ao criar essa personagem: a princesa tinha amigas! A ideia de criar a princesa foi da amiga-de-face Silvia Schiros.
A cada noite um novo episódio é criado e vamos recheando a vida da princesa com nosso universo real, meu e de Marina.
Daí lembrei da Renata Pimentel, que faz boneca Tilda então mostrei algumas à Marina, ela encantou-se e encomendei uma Tilda-Lara, e para assemelhar-se à aniversariante teve a roupa parecida! Detalhe: em nossa história Lara tem uma irmã caçula, cujo nome, escolhido por Marina, foi Renata :-) Quando nem eu conhecia a Renata.
Lara e Marina com vestidos parecidos  para o grande dia!
Como a festinha no balé foi ideia de última hora não tive tempo de encomendar as lembrancinhas, então fiz com um arranjo de flores de plástico que usávamos para brincar: cinco ramalhetes com um bilhete escrito à mão em papel para cartão que Paulo tinha. Marina pintou cada bilhete. Nada mais pessoal, não é?

No balé

O cardápio? Igual para as duas comemorações que organizei: bolo, pão de queijo e suco. Adoraria ter feito o bolo, mas não tive tempo mesmo! Não consegui driblar os descartáveis, mas pelo menos eram de papel e madeira.


No balé o Paulo esteve sem mim, mas consegui liberação da chefa para estar na escola. Saí correndo, depois do tempo previsto e perdi o busão. O próximo, demoradésimo, não permitiu que meu almoço passasse duma coxinha. As lembrancinhas da escola arrumei lá mesmo, com ajuda duma professora e da coordenadora, após "os parabéns" e enquanto as crianças comiam.
Preparando as mudinhas de alfazema - da Ilha da Lara, é claro!

A ideia da lembrancinha ser uma planta teve a ver com a história da Lara e também porque eu queria que fosse algo que fizesse a criança interagir com o(s) adulto(s) em casa. Espero que tenha dado certo :-)
Como sempre ocorre,  resultado foi diferente do que planejei, nem melhor nem pior, mas o que era para ser. É assim com todo evento que preparo e entendo que o Universo me dá a surpresa de presente, senão...que graça teria saber de tudo?
À noite fomos à casa da avó e lá vai outra festinha, preparada pelas primas e desta vez havia bolas de sopro e salgadinhos.
Ah, não podia deixar de contar: o niver no balé foi no dia 30 e no dia REAL do aniversário Marina e Paulo passaram pela vizinha, que perguntou a nova idade da pequena. 6 anos #comassim? 
- Pai, tá lembrado não que eu fiz 5 ontem, no balé? Depois de 5 é 6, ow!
E assim, Marina passou de 4 a 7 anos em dois dias! \o/